Pretende-se motivar para a leitura por prazer e contribuir para criar leitores autónomos, incentivar a leitura de obras literárias e promover a sua partilha no blogue do clube de leitura (https://eliasdevoralivros.blogspot.com/); Desenvolver a criatividade e o sentido crítico nos alunos; articular esta atividade com o Plano Nacional de Cinema (Um livro, um filme).
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terça-feira, 27 de maio de 2014
quinta-feira, 22 de maio de 2014
terça-feira, 29 de abril de 2014
terça-feira, 22 de abril de 2014
sexta-feira, 4 de abril de 2014
A minha opinião sobre O Bosque dos Pigmeus de Isabel Allende
Sugestão de leitura para as férias da Páscoa: O Bosque dos Pigmeus de Isabel Allende.
Um tema deste livro que achei interessante foi os caçadores, porque achei um tema interessante, quando vi o título do capítulo deu-me logo vontade de ler e quando o li achei muito interessante, pois foi nessa altura que os caçadores tentaram agredir o elefante, mas em que Nádia e Alexander o salvam.
As personagens de que mais gostei foram o Alexander e a Nádia porque, a meu ver, foram muito corajosos em ir à mansão e desafiar o rei Kosongo, o comandante Mbembéle e o Feiticeiro Sombe para salvar os pigmeus e recuperar o amuleto.
Um tema deste livro que achei interessante foi os caçadores, porque achei um tema interessante, quando vi o título do capítulo deu-me logo vontade de ler e quando o li achei muito interessante, pois foi nessa altura que os caçadores tentaram agredir o elefante, mas em que Nádia e Alexander o salvam.
As personagens de que mais gostei foram o Alexander e a Nádia porque, a meu ver, foram muito corajosos em ir à mansão e desafiar o rei Kosongo, o comandante Mbembéle e o Feiticeiro Sombe para salvar os pigmeus e recuperar o amuleto.
As personagens de que menos gostei foram o
rei Kosongo,o Comandante Mbembéle e o Feiticeiro Sombe porque, arruinaram a
vida dos pigmeus roubando-lhes o amuleto da sorte para depois se tornarem
escravos deles.
O lugar descrito que mais me impressionou foi a Aldeia de Ngoubé, foi um lugar distinto em que o rei Kosongo atacava os pigmeus.
O momentos da ação que gostaria de ter vivido foi o momento da ação que gostaria de ter vivido foi quando Alexander e Nádia estavam perdidos no bosque, porque deve ter sido emocionante.
O lugar descrito que mais me impressionou foi a Aldeia de Ngoubé, foi um lugar distinto em que o rei Kosongo atacava os pigmeus.
O momentos da ação que gostaria de ter vivido foi o momento da ação que gostaria de ter vivido foi quando Alexander e Nádia estavam perdidos no bosque, porque deve ter sido emocionante.
Beatriz, 8º E
bosque dos pigmeus_capitulo 1
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quinta-feira, 3 de abril de 2014
Sugestão de leitura para as férias da Páscoa: O mundo em que vivi de Ilse Losa
O Mundo Em Que Vivi de Ilse Losa
Vale a pena ler esta obra, porque
apesar de ser um livro que tem muitos momentos de descrição, principalmente de personagens, é muito interessante e
posso compará-lo com O diário de Anne Frank, pois ambos decorrem na mesma
época, mas o destino de Rose foi melhor
que o de Anne Frank.
Este romance passa-se na Alemanha,
na altura em que Hitler comanda o que me faz compreender um pouco como era a
vida naquela época. Também gosto de parecer uma obra autobiográfica pois
é-me muito mais fácil compreender o dia-a-dia de Rose.
Leonor, 8º E
Leonor, 8º E
quarta-feira, 2 de abril de 2014
As nossas sugestões de Leitura para as férias da Páscoa: Ullysses Moore
O Clube dos Viajantes Imaginários
de Ullysses Moore
Presença
A minha sugestão de leitura para as férias da Páscoa é O Clube dos Viajantes Imaginários de Ulysses Moore, da Presença.
Valeu a pena ler esta obra, porque
foi a continuação de livros anteriores, que já li. Todos os livros
desta coleção são bons, mas este é diferente. Este livro é mais apaixonante do que todos os outros, dá vontade
de passar o dia inteiro a ler, dá a sensação de que estamos dentro da aventura,
conseguimos aperceber-nos de todos os pormenores, e as personagens estão muito
bem caracterizadas. É fascinante, parece real como tudo o que Ulysses escreve. É
fácil de ler e é bastante bom.
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
Dia dos Namorados: quando e porquê? Duas lendas explicadas por Alexandre Parafita
Dia dos Namorados: quando e porquê? Duas lendas explicam…
Valentim era padre nos alvores da Idade Média. Diz a lenda que o imperador de então, Cláudio II, havia proibido os casamentos em tempo de guerra, para que os soldados, de coração liberto, melhor se empenhassem nas batalhas, evitando, ao mesmo tempo, que deixassem jovens viúvas desamparadas e filhos órfãos.
Porém, o padre Valentim, conhecedor do seu rebanho, e percebendo ser difícil impedir que, entre os jovens, os corações palpitassem e o amor despontasse, ignorou a proibição, continuando a casá-los discretamente, por achar que, pior do que viúvas desamparadas e filhos órfãos, era ficarem por lá mães solteiras com filhos de pais incógnitos.
Entretanto, denunciado ao imperador, Valentim foi mandado prender. E na prisão, enquanto aguardava a sentença, ele próprio se enamorou de uma filha cega do carcereiro, a quem, por milagre, devolveu a vista. Condenado depois à tortura e à morte, passou a ser venerado pelo povo como santo. E o dia da sua morte, 14 de fevereiro, viria mais tarde a ser consagrado como Dia dos Namorados, ou Dia de São Valentim.
Contudo, no Brasil, a origem lendária do Dia dos Namorados liga-se não a São Valentim mas a Santo António, o santo português padroeiro dos noivos. Por isso é festejado no dia 12 de junho, véspera do dia do Santo. E é portuguesa a lenda que deu origem à tradição: A lenda de “Santo António mandado degolar” (mandado degolar pelo pai de uma noiva obcecada de amores pelo santo, quando ainda o não era). Esta lenda foi recolhida na região do Douro.
Bibliografia.: PARAFITA, A. – Património Imaterial do Douro –Narrações Orais, vol. 1, Lisboa, Âncora Editora, 2007.
Valentim era padre nos alvores da Idade Média. Diz a lenda que o imperador de então, Cláudio II, havia proibido os casamentos em tempo de guerra, para que os soldados, de coração liberto, melhor se empenhassem nas batalhas, evitando, ao mesmo tempo, que deixassem jovens viúvas desamparadas e filhos órfãos.
Porém, o padre Valentim, conhecedor do seu rebanho, e percebendo ser difícil impedir que, entre os jovens, os corações palpitassem e o amor despontasse, ignorou a proibição, continuando a casá-los discretamente, por achar que, pior do que viúvas desamparadas e filhos órfãos, era ficarem por lá mães solteiras com filhos de pais incógnitos.
Entretanto, denunciado ao imperador, Valentim foi mandado prender. E na prisão, enquanto aguardava a sentença, ele próprio se enamorou de uma filha cega do carcereiro, a quem, por milagre, devolveu a vista. Condenado depois à tortura e à morte, passou a ser venerado pelo povo como santo. E o dia da sua morte, 14 de fevereiro, viria mais tarde a ser consagrado como Dia dos Namorados, ou Dia de São Valentim.
Contudo, no Brasil, a origem lendária do Dia dos Namorados liga-se não a São Valentim mas a Santo António, o santo português padroeiro dos noivos. Por isso é festejado no dia 12 de junho, véspera do dia do Santo. E é portuguesa a lenda que deu origem à tradição: A lenda de “Santo António mandado degolar” (mandado degolar pelo pai de uma noiva obcecada de amores pelo santo, quando ainda o não era). Esta lenda foi recolhida na região do Douro.
Bibliografia.: PARAFITA, A. – Património Imaterial do Douro –Narrações Orais, vol. 1, Lisboa, Âncora Editora, 2007.
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
Diário de Anne Frank
Comentário sobre o livro Diário de Anne Frank
A importância deste diário na vida de Anne Frank é muita pois, Anne não tinha ninguém com quem falar abertamente e por isso expressava-se no seu diário (por palavras), o que de vez enquanto lhe aliviava a alma.
A importância deste diário na vida de Anne Frank é muita pois, Anne não tinha ninguém com quem falar abertamente e por isso expressava-se no seu diário (por palavras), o que de vez enquanto lhe aliviava a alma.
O momento que me mais impressionou aconteceu em 1944,
quando Anne reflete sobre a sua vida em 1942, e pensa que quando sair do
“anexo” quer ser alguém especial no mundo, alguém que se reconheça; não quer
ter uma vida monótona como a da Sr. Van Pels, nem igual à de sua mãe, quer
apenas “viver depois de morrer”, como ela diz à sua querida amiga Kitty. Isto
marcou-me, pois quando alguém quer realmente alguma coisa, como este desejo que
Anne Frank tinha, é verdade que consegue, pois passadas décadas, esta jovem
rapariga de 14 anos continua a viver com uma história que emociona várias
pessoas no mundo.
Penso que o que haja de tão interessante neste livro
seja o facto de, Anne Frank, contar a sua vida mas de uma maneira intensa
relatando os factos da sua adolescência.
Esta rapariga consegue fazer com que o leitor acompanhe o seu crescimento, que é um tanto dramático.
Esta rapariga consegue fazer com que o leitor acompanhe o seu crescimento, que é um tanto dramático.
Anne
tem de viver com os dramas da adolescência e ainda com a guerra em que de certa
forma está envolvida. Uma guerra que esta rapariga, não escolheu participar. A
história de Anne Frank emociona muitas pessoas e incita à leitura desta obra.
Este diário é também uma lição de vida na qual consta que o que temos é muito
bom, e deveríamos dar graças por isso, pois há muita gente que não tem essa
sorte.
Por
estas razões descritas acima, considero este diário tão interessante.
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
terça-feira, 11 de junho de 2013
Eldest de Christopher Paolini
"Nesta aventura, Eragon e Saphira vão terminar a sua formação enquanto cavaleiro e dragão, em Ellesmera.
Em Du Weldenvarden, Eragon cura a sua cicatriz e revela a Arya os seus sentimentos...
Ao mesmo tempo que isto acontece Roran, seu primo, depara-se com uma longa viagem à procura de Katrina, onde acaba por ajudar Eragon matando os Gémeos.
No final, Eragon enfrenta Murtagh, que lhe revela ser seu irmão, ambos filhos de Selena e Morzan, roubando-lhe a espada Zar'roc.
Para saber onde estão, basta seguir o mapa no início do livro..."
Leonor Martins nº 16 - 7º F
Aqui fica o percurso de Eragon de Saphira
sexta-feira, 7 de junho de 2013
O Triunfo dos Porcos de George Orwell
A história fala de uma revolta entre os animais da quinta e o
dono da quinta, o sr. Jones. Quando aconteceu esta revolta os animais ficaram muito
contentes, mas, passados alguns dias, já estavam desiludidos. Isso devia-se ao
reinado dos porcos, que eram cada vez mais rigorosos, principalmente se os
outros animais não trabalhassem. Então, os porcos reduziam-lhes a ração.
No final da história, passados uns anos depois daquilo
acontecer, alguns animais tinham falecido, outros desaparecido, outros estavam
doentes. A revolta dos animais valeu a pena, mas os animais não usufruíram da
liberdade como esperavam. Só os porcos é que ganharam com a revolta da quinta.
Diogo Moura nº 12, 7º F
terça-feira, 4 de junho de 2013
O Recruta de Robert Muchamore
O
livro O Recruta conta-nos a história de James, um rapaz de 12 anos,
muito rebelde e agressivo, que vivia em Londres com a sua família.
Após
a morte da sua mãe, James é afastado da sua meia-irmã Lauren, e levado para um
orfanato onde conhece Kyle, um agente da CHERUB (sem saber que ele é agente da Cherub,
uma organização secreta de espionagem). Poucos dias depois acorda na Cherub e
decide ficar.
Os
agentes da CHERUB têm todos menos de 17 anos, parecem crianças como as outras,
mas não são. São profissionais treinados, enviados para missões de espionagem
contra terroristas e traficantes de drogas temidos internacionalmente.
James
é o mais recente recruta da CHERUB. É brilhante em matemática e a CHERUB
precisa dele. Esperam-no cem dias de recruta. A aventura está a começar.
Mariana
Santos, nº 20 - 7º F
A Lua de Joana de Maria Teresa Maia Gonzalez
A
Lua de Joana é
um livro que fala de Joana, uma adolescente que entra em depressão, porque a
sua melhor amiga morreu de consumo de drogas e para desabafar com alguém a sua tristeza
escrevia um diário.
A Joana
vivia com a sua mãe, que passava a vida na loja onde trabalha, com o seu pai,
que, na opinião de Joana, o era apenas em part-time, e com o seu irmão a quem
ela tratava por 'pré-histórico', devido ao vestuário e aos seus hábitos, e que
mal lhe falava, sentindo-se incompreendida não apenas pela família mas também
pelo seu grupo de amigos.
Marta, a amiga
de Joana que morreu, tinha um irmão chamado Diogo, que sofria muito com a morte
da irmã. A Joana, como era muito sua amiga e acabou mesmo por se apaixonar por
ele, sempre tentou ajudar mas então descobriu que o Diogo, tal como a irmã,
também se deixou envolver com as drogas. Sentindo-se sozinha, e com a
curiosidade de tentar saber o que Marta tinha sentido, Joana também quis
experimentar as drogas. Diogo ainda consegue tratar-se e decide ir viver com o
pai, que já estava divorciado da mãe. Mas Joana não consegue resistir ao mundo
da droga e acaba por morrer.
A história
termina com o pai de Joana a ler o diário da filha destroçado por não ter estado
presente e por não ter evitado a sua morte.
Adriana e Cristiana
7ºA nº 1 e nº6
sexta-feira, 31 de maio de 2013
Recados da Mãe de Maria Teresa Maia Gonzalez
O livro Recados da Mãe é contado por uma menina chamada Leonor, que tinha 6 anos quando a sua mãe morreu. A Leonor tinha uma irmã chamada Clara, que era mais velha 4 anos. Elas foram viver com a sua avó materna, porque o seu pai não gostava delas. Este livro conta-nos o dia-a-dia das duas irmãs, na Quinta do Folhão (casa da sua avó materna e da tia Amélia). Os dias foram passando na Quinta e a Clara já não estava a aguentar, porque não gostava nada da avó. Com o passar do tempo foi-se habituando e, às vezes, sonhava com a sua mãe.
Certo dia, a avó Matilde inscreveu as duas meninas num colégio em Coimbra.
A Clara quando cresceu, quis ser missionária e foi para África.
Após a morte da tia Amélia e da avó Matilde, Leonor fica a viver na Quinta do Folhão e ainda adota uma menina chamada Sara…
Aconselhava a lerem este livro porque o achei muito interessante.
Cátia Mendes, nº 27 7º F
quarta-feira, 8 de maio de 2013
quinta-feira, 4 de abril de 2013
PORTEFÓLIO DE LEITURAS: O milagre da amizade
PORTEFÓLIO DE LEITURAS: O milagre da amizade: Ilustrações de Jimmy Liao A amizade não se procura, não se imagina, não se deseja; exercita-se... A amizade não se...
sexta-feira, 29 de março de 2013
terça-feira, 12 de março de 2013
A lua de Joana de Maria Teresa Maia Gonzalez
Este livro fala de uma parte da vida de uma rapariga
chamada Joana e é
interessante, porque retrata o quanto é fácil passar para o lado das drogas e
aconselho este livro a quem o quiser ler.
Joana era uma rapariga saudável, e
completamente contra as drogas. Não tinha muita atenção pela parte da família,
apenas a avó Ju e a sua melhor amiga a Marta é que lhe davam essa atenção. Mas
como estas duas personagens falecem, Joana fica muito só. Ela gostava bastante
do pai mas o pai nunca estava presente e isso também é uma das causas
principais que fazem com que vários adolescentes hoje em dia se droguem.
Acho também que este livro não serve
só para uma lição de mural aos adolescentes, mas também aos pais para estarem
mais presentes nas vidas dos filhos.
Mª Inês
Garcia nº 19 7ºF
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